Learning Fun

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NOSSO MÉTODO

Nosso método baseia-se na Teoria das Múltiplas Inteligências e na Teoria de Piaget – respeitamos o tipo de inteligência e faixa etária de cada criança, potencializando seus conhecimentos e despertando o gosto pela aprendizagem.

Em nossas aulas, o vocabulário é exposto de forma gradativa e contextualizada, tendo sempre como referência uma estória, uma música ou uma brincadeira, para que os alunos não só memorizem os vocábulos, como também saibam reconhecê-los e usá-los em situações diversas.

Dramatizações, pintura, música, estória, culinária, jogos, brincadeiras, filmes – tudo isso faz parte do dia a dia das nossas aulas!

QUEM SOMOS

O método Learning Fun nasceu no Rio de Janeiro, em 1994, e foi desenvolvido pela educadora Teresa Catta-Preta, que é formada pela Escola Normal Ignácio Azevedo Amaral e realizou vários cursos como: MBA em Educação, Curso de Relações Humanas pela PUC e Múltiplas Inteligências pela Universidade de Riverside nos Estados Unidos, Qualidade na Educação, entre outros. Atualmente, ela é supervisora de todo o Método e a coordenadora do treinamento e reciclagem permanentes dos professores.

Com 18 anos de mercado, hoje o LEARNING FUN é uma franquia do segmento de ensino de idiomas que atua com crianças e bebês a partir de 8 meses e está presente em mais de 150 estabelecimentos por todo Brasil.

NOSSO COMPROMISSO

O Learning Fun se orgulha de poder contribuir para o aprendizado da língua inglesa dos seus alunos, respeitando cada passo do processo de amadurecimento da criança durante a sua formação escolar.

Nosso maior compromisso com as crianças é oferecer uma aula divertida e dinâmica, para que ela sinta prazer e interesse em aprender um segundo idioma, e com os responsáveis, criar um canal de comunicação estreito com a família para que ela possa acompanhar de perto a evolução do seu filho.

VANTAGENS PARA AS CRIANÇAS

·    A lateralização do cérebro ocorre a partir da puberdade. Ou seja, no cérebro de uma criança os dois hemisférios estão mais interligados do que no cérebro de um adulto, correspondendo esta interligação ao período de aprendizado máximo. A assimilação da língua ocorreria via hemisfério direito para ser sedimentada no hemisfério esquerdo como habilidade permanente. Portanto, o desempenho superior das crianças estaria, em parte, relacionado à maior interação entre os dois hemisférios cerebrais.

·    Além da capacidade auditiva superior, uma provável maior flexibilidade muscular do aparelho articulatório também ajudaria a explicar o fenômeno da marcante superioridade infantil no processo de assimilação de línguas.

·    O adulto monolíngue, por já possuir uma matriz fonológica sedimentada, se caracteriza por uma sensibilidade auditiva amortecida, treinada a perceber e produzir apenas os fonemas do sistema de sua língua materna. A criança, por sua vez, ainda no início de seu desenvolvimento cognitivo, com filtros menos desenvolvidos e hábitos menos enraizados, mantém a habilidade de expandir sua matriz fonológica, podendo adquirir um sistema enriquecido por fonemas de línguas estrangeiras com as quais vier a ter contato.

·    Quando um adulto aprende uma língua estrangeira, seus conceitos já possuem estruturas neurais fixas associadas às formas da língua materna. As estruturas neurais correspondentes às da língua estrangeira não possuem relação com as estruturas dos conceitos já formados, sendo esta uma associação mais difícil de ser estabelecida. Por esse motivo, no aprendizado de adultos, as dificuldades causadas pela interferência da língua materna são maiores.

·    Fatores de ordem psicológico-afetiva também podem causar um impacto direto na capacidade de aprendizado. Os bloqueios, resultado da vida pregressa do adulto, como a desmotivação, experiências anteriores negativas, busca pelo perfeccionismo, conceito de certo e errado e a ansiedade causada pela expectativa excessiva de obtenção de resultados, podem desencorajar o aluno de uma nova tentativa. Fica, pois, evidenciado que as crianças, ainda livres de tais bloqueios, possuem uma capacidade de assimilação superior à dos adultos.

BIBLIOGRAFIA

Bialystok, Ellen. “Effects of Bilingualism and Biliteracy on Children’s Emerging Concepts of Print”. Developmental Psychology, Vol. 33, No. 3.

Brown, H. Douglas. Principles of Language Learning and Teaching. Prentice Hall Regents, 1994.
Clampitt, Sharon. Age and the Acquisition Process. Inter American University of Puerto Rico.

Fromkin, Victoria and Robert Rodman. An Introduction to Language. Fort Worth, TX: Harcourt Brace College Publishers, 1974.

Harpaz, Yehouda. “Myths and misconceptions in Cognitive Science”. Human Cognition in the Human Brain. . Online. Nov 1, 2003.

Krashen, Stephen D. Principles and Practice in Second Language Acquisition. Prentice-Hall International, 1987.

Krashen, StephenD.Second Language Acquisition and Second Language Learning.Prentice-Hall International,1988.

Lenneberg, Eric H. Biological Foundations of Language. New York: Wiley, 1967.

 

Mais informações no site:

www.learningfun.com.br

Endereço:

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